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Etanol no trator: Com tecnologia, a MWM transformou a promessa em realidade

FOTO TRATOR MOTOR A ETANOL

Desenvolver um motor a etanol capaz de operar no agronegócio brasileiro não é tarefa simples. O campo exige condições extremas como temperatura ambiente elevada, poeira intensa, variações de altitude, operação contínua por 12 a 16 horas por dia durante a safra, e necessidade de manutenção em locais remotos, longe de centros urbanos.

A MWM, fabricante com décadas de presença no Brasil e uma das maiores plantas de motores da América do Sul, avançou com um amplo programa de desenvolvimento e validação em campo.

O resultado é mais de 10.000 horas de operação acumuladas em motores a etanol MWM instalados em clientes reais do agronegócio brasileiro. Esse número é o resultado de máquinas trabalhando em fazendas, com solo, calor, pressão de produção e exigência operacional real.

Os motores MWM a etanol entregam curvas de torque e potência compatíveis com as demandas de tratores de médio e grande porte, sem comprometer a eficiência operacional. Em outras palavras, o produtor não troca produtividade por sustentabilidade.

As 10 mil horas foram acumuladas em diferentes regiões do Brasil, do cerrado quente de Mato Grosso às condições de altitude do sul de Minas e do Paraná. Essa diversidade de condições válida a adaptabilidade do motor.

Já o intervalo de manutenção preventiva e a vida útil dos componentes internos foram validados em condições reais, não apenas em bancada. Esse é um dado crítico para o produtor que não pode parar uma máquina no meio da colheita.

Em propriedades com produção própria de etanol, o abastecimento da frota passa a ser gerenciado internamente, eliminando a dependência de distribuidoras, caminhões-tanque e oscilações de preço de curto prazo.

Além disso, a MWM conta com uma das redes de distribuição de peças e assistência técnica mais abrangentes do Brasil, com cobertura em regiões do interior onde a logística é um fator crítico. Isso significa que o produtor não adota uma tecnologia órfã e tem suporte real, onde precisa.

Etanol no campo e na prática
Soja e milho no Centro-Oeste

O Centro-Oeste é o coração produtivo do agronegócio brasileiro. Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul respondem por parcela expressiva da produção de soja e milho do país. São também regiões com acesso crescente ao etanol hidratado produzido por usinas locais.

Nesse contexto, produtores que já adotaram motores a etanol em sua frota reportam dois ganhos simultâneos: redução no custo de combustível (especialmente relevante em safras com margens comprimidas) e melhora no relatório de emissões, que começa a ser cobrado por tradings que exportam para o mercado europeu.

Cana-de-Açúcar em São Paulo e Goiás
Na própria cadeia sucroalcooleira, a aplicação é ainda mais direta. Usinas que cultivam cana e processam etanol passam a abastecer seus tratores e colhedoras com o produto que elas mesmas fabricam. O custo de combustível cai para o nível do custo de produção do etanol, para usinas eficientes, é significativamente inferior ao preço de mercado do diesel.

Além disso, o uso interno do etanol melhora o balanço energético da usina como um todo, com impacto positivo no cálculo dos CBIOs emitidos pela operação.

Citricultura e Horticultura em São Paulo e Minas Gerais
Em culturas permanentes, onde o maquinário opera ao longo de todo o ano com pulverizadores, plataformas de colheita, tratores de manejo, a previsibilidade do custo de combustível é ainda mais estratégica. A adoção de motores a etanol permite ao gestor da propriedade estabilizar um item relevante do custo operacional fixo, com menor exposição às variações do mercado de combustíveis fósseis.

Pecuária de Precisão no Brasil Central
A pecuária brasileira enfrenta uma pressão crescente de auditoria de carbono, especialmente nas cadeias de exportação de carne bovina para Europa e Ásia. O combustível utilizado na manutenção de pastagens, no manejo de gado e no transporte interno está dentro do Escopo 1 de emissões.

Portanto, a substituição de motores a diesel por motores a etanol em veículos e equipamentos utilizados nas fazendas pecuaristas é uma ação mensurável, auditável e com impacto direto no inventário de GEE. Para frigoríficos que compram com critérios ESG, isso começa a fazer diferença na precificação e nas condições comerciais.

O RenovaBio e a Monetização da Descarbonização
O RenovaBio é, provavelmente, o programa de política energética mais sofisticado já criado no Brasil. Lançado em 2017 e em operação desde 2020, ele cria um mercado de créditos de carbono específico para biocombustíveis, os CBIOs.

Cada CBIO equivale a uma tonelada de CO₂ equivalente que deixa de ser emitida pela substituição de combustível fóssil por biocombustível. Esses créditos são negociados na B3 e comprados por distribuidoras de combustíveis obrigadas por meta anual de descarbonização.

Para o produtor ou usina que adota etanol em operações agrícolas, a geração de CBIOs pode representar uma receita adicional, pequena por CBIO, mas relevante em escala. Além disso, a sinalização regulatória do RenovaBio indica que o valor dos CBIOs tende a aumentar conforme as metas de descarbonização se tornam mais exigentes ao longo da década.

Contudo, é importante ressaltar que a elegibilidade para geração de CBIOs depende de certificação e metodologia aprovada pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). Produtores interessados devem consultar um técnico especializado antes de contabilizar essa receita no planejamento financeiro.

A Infraestrutura Que Torna Tudo Isso Possível
Uma das maiores preocupações de produtores que avaliam a transição para o etanol é a disponibilidade de combustível e suporte técnico. Afinal, parar uma frota no meio da safra por falta de abastecimento ou de peça de reposição é um risco inaceitável.

Esse é precisamente o ponto onde a escolha da tecnologia e do parceiro fabricante faz diferença crítica.

A MWM construiu, ao longo de décadas, uma rede de distribuição de peças e assistência técnica que cobre as principais regiões produtoras do Brasil. Contudo, o diferencial não é apenas a capilaridade geográfica, e sim, a especialização técnica dos revendedores autorizados, treinados especificamente para os motores a etanol e que entendem as particularidades desse combustível no sistema de injeção, nas válvulas e nos materiais internos do motor.

Além disso, a MWM fornece protocolos específicos de manutenção para operação com etanol hidratado, incluindo recomendações sobre armazenamento de combustível na fazenda, qualidade mínima do etanol e intervalos de troca de fluidos adaptados às características químicas do combustível.

O maior agro tropical do mundo movido com motor etanol MWM: biocombustível brasileiro, diesel lá, etanol aqui!!! Transformação assegurada MWM é confiança!

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